Os resultados parciais alcançados no âmbito dos Termos de Execução Descentralizadas (TEDs) vigentes foram o foco da agenda da equipe da Embrapa Territorial nas sedes de Ministérios, em Brasília, DF, no dia 18 de fevereiro. As reuniões foram uma oportunidade para prestar contas do progresso das ações conjuntas e solicitar feedback sobre os resultados já entregues, destacando a importância dessas interações para a manutenção e o fortalecimento contínuo das relações da Embrapa com os ministérios parceiros. Lucíola Magalhães, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, e o analista Rafael Mingoti representaram a Embrapa nestes encontros, que versaram sobre diversos temas prioritários para a pesquisa do agro. Polos de Irrigação O andamento dos trabalhos para o mapeamento dos Polos de Irrigação no Brasil foi tema da reunião, no dia 18, no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR). O Ministério solicitou à Embrapa Territorial o mapeamento de cinco polos de irrigação no Brasil, tendo o Centro-Oeste por escopo. Os trabalhos começaram no final do ano passado e os resultados para o primeiro polo (Planalto de Goiás) foram apresentados aos gestores. A próxima etapa será a validação do mapeamento com idas a campo das equipes da Embrapa e do Ministério, previstas para o final de março. Uma vez validada, a metodologia será replicada para os outros polos. Conforme informou a chefe-adjunta de Pesquisa, os dados do mapeamento devem ser incluídos no Sistema Nacional de Informações sobre Irrigação (SisNIR), plataforma vinculada à Política Nacional de Irrigação (Lei Nº 12.787, de 11 de janeiro de 2013). Defesa Agropecuária A divulgação de resultados de parcerias, desta vez, firmados com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi a pauta da agenda do dia 18. No Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Ricardo Hilman, coordenador-geral de Proteção de Plantas, falou que os dados do mapeamento das rotas de risco de pragas quarentenárias, entregue no ano passado, vêm sendo utilizados para reforçar a estratégia de defesa agropecuária. Em especial, o monitoramento da Fusarium oxysporum f. sp. cubense (Foc) Raça 4 tropical, fungo causador da fusariose da bananeira. Segundo o gestor, o estudo da Embrapa Territorial serviu de base para ampliar de 200 para 400 o número de amostras para o monitoramento de áreas com risco de pragas quarentenárias. O monitoramento se soma a outros dez ativos cartográficos e dois bancos de dados, que são resultados do projeto “Pragas Quarentenárias: subsídios territoriais para prevenção e contingenciamento no Brasil”, liderado pela pesquisadora Marcia Galina Dompieri, com a participação de equipe da Embrapa Territorial, formada por Rafael Mingoti, Cristiaini Kano, Davi de Oliveira Custódio e estagiários, além de colaboradores de outros centros da Embrapa e de outras instituições nacionais e internacionais. Macrologística Agropecuária Os dados de produção, armazenagem e exportação da nova versão do Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária (SITE-MLog) foram demonstrados na Secretaria de Política Agropecuária (SPA) e na Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI). Na SPA, a equipe discutiu com o secretário-adjunto, Wilson Vaz de Araújo, e sua equipe, os cenários de déficit de armazenagem, uma camada que será incluída na plataforma nos próximos meses. As análises mostrarão onde a deficiência é mais crítica. “A ideia é subirmos um dado coerente com a visão de déficit tida pelo Ministério da Agricultura”, afirmou Magalhães. Marcel Moreira Pinto, secretário-adjunto da SCRI, avaliou como estratégicos os dados da plataforma e solicitou que a Embrapa Territorial realizasse uma capacitação do uso da ferramenta para os adidos agrícolas, de forma a auxiliá-los a ampliar o conhecimento do território e usarem as ferramentas à disposição para as agendas deles. O gestor também solicitou que a Embrapa Territorial enviasse para os adidos os arquivos dos mapas da produção agropecuária brasileira, das áreas protegidas no Brasil e no mundo e das unidades Embrapas no Brasil e no mundo. Eles serão impressos para ficarem nos escritórios dos adidos fora do Brasil.
Os resultados parciais alcançados no âmbito dos Termos de Execução Descentralizadas (TEDs) vigentes foram o foco da agenda da equipe da Embrapa Territorial nas sedes de Ministérios, em Brasília, DF, no dia 18 de fevereiro. As reuniões foram uma oportunidade para prestar contas do progresso das ações conjuntas e solicitar feedback sobre os resultados já entregues, destacando a importância dessas interações para a manutenção e o fortalecimento contínuo das relações da Embrapa com os ministérios parceiros. Lucíola Magalhães, chefe-adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Territorial, e o analista Rafael Mingoti representaram a Embrapa nestes encontros, que versaram sobre diversos temas prioritários para a pesquisa do agro.
Polos de Irrigação
O andamento dos trabalhos para o mapeamento dos Polos de Irrigação no Brasil foi tema da reunião, no dia 18, no Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MDIR). O Ministério solicitou à Embrapa Territorial o mapeamento de cinco polos de irrigação no Brasil, tendo o Centro-Oeste por escopo. Os trabalhos começaram no final do ano passado e os resultados para o primeiro polo (Planalto de Goiás) foram apresentados aos gestores.
A próxima etapa será a validação do mapeamento com idas a campo das equipes da Embrapa e do Ministério, previstas para o final de março. Uma vez validada, a metodologia será replicada para os outros polos.
Conforme informou a chefe-adjunta de Pesquisa, os dados do mapeamento devem ser incluídos no Sistema Nacional de Informações sobre Irrigação (SisNIR), plataforma vinculada à Política Nacional de Irrigação (Lei Nº 12.787, de 11 de janeiro de 2013).
Defesa Agropecuária
A divulgação de resultados de parcerias, desta vez, firmados com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), foi a pauta da agenda do dia 18. No Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas, Ricardo Hilman, coordenador-geral de Proteção de Plantas, falou que os dados do mapeamento das rotas de risco de pragas quarentenárias, entregue no ano passado, vêm sendo utilizados para reforçar a estratégia de defesa agropecuária. Em especial, o monitoramento da Fusarium oxysporum f. sp. cubense (Foc) Raça 4 tropical, fungo causador da fusariose da bananeira. Segundo o gestor, o estudo da Embrapa Territorial serviu de base para ampliar de 200 para 400 o número de amostras para o monitoramento de áreas com risco de pragas quarentenárias.
O monitoramento se soma a outros dez ativos cartográficos e dois bancos de dados, que são resultados do projeto “Pragas Quarentenárias: subsídios territoriais para prevenção e contingenciamento no Brasil”, liderado pela pesquisadora Marcia Galina Dompieri, com a participação de equipe da Embrapa Territorial, formada por Rafael Mingoti, Cristiaini Kano, Davi de Oliveira Custódio e estagiários, além de colaboradores de outros centros da Embrapa e de outras instituições nacionais e internacionais.
Macrologística Agropecuária
Os dados de produção, armazenagem e exportação da nova versão do Sistema de Inteligência Territorial Estratégica da Macrologística Agropecuária (SITE-MLog) foram demonstrados na Secretaria de Política Agropecuária (SPA) e na Secretaria de Comércio e Relações Internacionais (SCRI).
Na SPA, a equipe discutiu com o secretário-adjunto, Wilson Vaz de Araújo, e sua equipe, os cenários de déficit de armazenagem, uma camada que será incluída na plataforma nos próximos meses. As análises mostrarão onde a deficiência é mais crítica. “A ideia é subirmos um dado coerente com a visão de déficit tida pelo Ministério da Agricultura”, afirmou Magalhães.
Marcel Moreira Pinto, secretário-adjunto da SCRI, avaliou como estratégicos os dados da plataforma e solicitou que a Embrapa Territorial realizasse uma capacitação do uso da ferramenta para os adidos agrícolas, de forma a auxiliá-los a ampliar o conhecimento do território e usarem as ferramentas à disposição para as agendas deles. O gestor também solicitou que a Embrapa Territorial enviasse para os adidos os arquivos dos mapas da produção agropecuária brasileira, das áreas protegidas no Brasil e no mundo e das unidades Embrapas no Brasil e no mundo. Eles serão impressos para ficarem nos escritórios dos adidos fora do Brasil.