As comunidades quilombolas de Oiteiro dos Nogueiras, Jaibara dos Nogueiras e Cantagalo, em Itapecuru, estão experimentando uma transformação significativa em suas práticas agrícolas, graças ao Projeto de Transferência de Tecnologia entre a parceria Embrapa e Vale. A iniciativa visa promover o desenvolvimento da agricultura familiar nessas comunidades por meio da aplicação de tecnologias inovadoras, como o cultivo de arroz e o Consórcio Rotacionado para a Inovação na Agricultura Familiar – CRIAF – mais conhecido por Roça Sustentável – que integra culturas alimentares essenciais, trabalhando nesta comunidade com foco em mandioca e milho que, em breve, será colhido para plantar o feijão-caupi. Esse esforço é resultado de uma colaboração entre a Embrapa, o Instituto Formação e a Estação Conhecimento, apoiado pela Vale. Essas instituições têm trabalhado juntas para levar conhecimento técnico, capacitação e práticas agrícolas avançadas às regiões rurais do Maranhão, com foco especial nas comunidades quilombolas que, historicamente, enfrentam desafios relacionados à segurança alimentar e à produtividade agrícola. Um dos principais focos do projeto é o uso do cultivo consorciado de diversas culturas. Essa técnica visa otimizar o uso da terra e aumentar a produção, além de melhorar a resistência das lavouras às adversidades climáticas. Estão sendo implementadas três unidades de consórcio rotacionado e duas unidades de manejo de arroz de sequeiro em Itapecuru-Mirim, que é uma região muito adequada para essa atividade. As organizações envolvidas funcionam como espaços de aprendizado participativo, onde os agricultores contribuem ativamente em todas as etapas do cultivo, promovendo o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da agricultura familiar. “São atividades que preconizam transferência de conhecimento, troca de saberes muito grande entre os técnicos da Embrapa e da Estação Conhecimento e os produtores. Os agricultores familiares estão sendo beneficiados por esse sistema”, conta Carlos Santiago, analista da Embrapa Maranhão. Durante um ano de treinamento, os agricultores terão a oportunidade de aprender sobre o cultivo do arroz, especialmente nas áreas adequadas para o arroz de sequeiro favorecido, e o consórcio de culturas alimentares, como o milho, feijão caupi e a mandioca. Cada ciclo agrícola representa uma oportunidade de capacitação e fortalecimento da agricultura local, com o objetivo de garantir mais autonomia e sustentabilidade para as famílias rurais. As unidades experimentais servem como centros de aprendizagem, onde os agricultores não só recebem treinamento, mas também têm a chance de contribuir ativamente para o desenvolvimento das culturas, sendo parte do processo de inovação. Com o apoio da Embrapa Maranhão, essas comunidades quilombolas estão dando passos significativos rumo ao fortalecimento da agricultura familiar. “Temos apoiado os produtores rurais de diferentes portes, oferecendo soluções que visam a sustentabilidade e o desenvolvimento regional”, pontuou Santiago.
As comunidades quilombolas de Oiteiro dos Nogueiras, Jaibara dos Nogueiras e Cantagalo, em Itapecuru, estão experimentando uma transformação significativa em suas práticas agrícolas, graças ao Projeto de Transferência de Tecnologia entre a parceria Embrapa e Vale. A iniciativa visa promover o desenvolvimento da agricultura familiar nessas comunidades por meio da aplicação de tecnologias inovadoras, como o cultivo de arroz e o Consórcio Rotacionado para a Inovação na Agricultura Familiar – CRIAF – mais conhecido por Roça Sustentável – que integra culturas alimentares essenciais, trabalhando nesta comunidade com foco em mandioca e milho que, em breve, será colhido para plantar o feijão-caupi.
Esse esforço é resultado de uma colaboração entre a Embrapa, o Instituto Formação e a Estação Conhecimento, apoiado pela Vale. Essas instituições têm trabalhado juntas para levar conhecimento técnico, capacitação e práticas agrícolas avançadas às regiões rurais do Maranhão, com foco especial nas comunidades quilombolas que, historicamente, enfrentam desafios relacionados à segurança alimentar e à produtividade agrícola.
Um dos principais focos do projeto é o uso do cultivo consorciado de diversas culturas. Essa técnica visa otimizar o uso da terra e aumentar a produção, além de melhorar a resistência das lavouras às adversidades climáticas. Estão sendo implementadas três unidades de consórcio rotacionado e duas unidades de manejo de arroz de sequeiro em Itapecuru-Mirim, que é uma região muito adequada para essa atividade.
As organizações envolvidas funcionam como espaços de aprendizado participativo, onde os agricultores contribuem ativamente em todas as etapas do cultivo, promovendo o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da agricultura familiar.
“São atividades que preconizam transferência de conhecimento, troca de saberes muito grande entre os técnicos da Embrapa e da Estação Conhecimento e os produtores. Os agricultores familiares estão sendo beneficiados por esse sistema”, conta Carlos Santiago, analista da Embrapa Maranhão.
Durante um ano de treinamento, os agricultores terão a oportunidade de aprender sobre o cultivo do arroz, especialmente nas áreas adequadas para o arroz de sequeiro favorecido, e o consórcio de culturas alimentares, como o milho, feijão caupi e a mandioca. Cada ciclo agrícola representa uma oportunidade de capacitação e fortalecimento da agricultura local, com o objetivo de garantir mais autonomia e sustentabilidade para as famílias rurais.
As unidades experimentais servem como centros de aprendizagem, onde os agricultores não só recebem treinamento, mas também têm a chance de contribuir ativamente para o desenvolvimento das culturas, sendo parte do processo de inovação.
Com o apoio da Embrapa Maranhão, essas comunidades quilombolas estão dando passos significativos rumo ao fortalecimento da agricultura familiar. “Temos apoiado os produtores rurais de diferentes portes, oferecendo soluções que visam a sustentabilidade e o desenvolvimento regional”, pontuou Santiago.